Vinho Verde à mesa, espontaneidade e alegria

O fortalecimento do mercado brasileiro de vinhos está em plena ascensão, ano após ano. Para 2017 o otimismo é garantido com apresentação de novas ofertas e serviços, haja vista que algumas organizações ainda comemoram um crescimento de 10% nas vendas do ano de 2016, em relação aos anos anteriores.

Da Redação.

E no consumo dos Vinhos Verdes, não poderia ser diferente, pois os últimos números foram positivos, o que pode ser um excelente resultado. “Acredita-se que os números são resultado de novas oportunidades que apareceram para nós e os números apontaram um crescimento até que significativo em exportação, mesmo para o difícil ano que enfrentamos. Nosso empenho foi trabalhar novas regiões do país, e atribuímos novas ações pelo Estado.”, comenta Bruno Almeida, product manager do departamento de marketing da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV).

Img. reprodução web

Em apenas um pouco mais que uma década, entre 2004 e 2015, o crescimento das exportações dos Vinhos Verdes para o Brasil foi na ordem dos 300 %. O faturamento estimado em 2015 foi de 3.1 milhões euros, com número expressivo de vendas, em torno de 1.4 milhões de litros. A exportação de Vinho Verde tem sido exponencial, ano a ano, como resultado do investimento e do trabalho que, ao longo dos anos, a CVRVV e os produtores estão realizando no país.

Para 2017, a CVRVV criou um plano estratégico e o investimento será de mais de 300.000 euros. A ideia é destacar o Vinho Verde como um produto único no mundo e muito adequado ao mercado brasileiro, criando tendência, e comunicando o fator do clima e a rica gastronomia brasileira. “A aposta é solidificar a comunicação e aumentar cada vez mais a penetração do produto em várias cidades brasileiras e em diferentes públicos”, afirma Bruno Almeida.

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O que também faz parte da estratégia é criar o hábito de consumo do Vinho Verde, que tem sido persistente nos últimos anos e, agora, o consumidor está se mostrando e valorizando mais o produto, e descobrindo também os vinhos monovarietais da Região, como os feitos da uva Loureiro ou Alvarinho.

Ano após ano, os produtores da Região dos Vinhos Verdes estão se surpreendendo com o consumo brasileiro, e vêm ganhando mais confiança. Prova disso é que os últimos rótulos trazem propostas mais inovadores e de qualidade superior.

A Região de Vinhos Verdes expressa a seu favor a soma perfeita de três fatores essenciais: as condições naturais da região que o produz, as castas autóctones e o saber ancestral de cultivo da vinha e vinificação, o que chama atenção do consumidor. O Vinho Verde é produzido no noroeste de Portugal, uma região litoral que confere naturalmente o frescor, moderado teor alcoólico e leveza presentes nos vinhos. O Vinho Verde, além de sua bagagem histórica portuguesa, promete alegria, descontração e espontaneidade.

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 Nos últimos anos, a região exportou para o Brasil perto de 2 milhões de litros de vinho, o que o tornou o quarto maior destino de exportação em volume e o quinto em valor. “Sendo o Brasil um mercado importador em crescimento, com 200 milhões de habitantes, e cada vez mais turistas brasileiros a visitarem o nosso país, há ainda espaço para aumentar a exportação do Vinho Verde. A língua comum é também um fator importante, um facilitador dos negócios entre os dois países”, considera Manuel Pinheiro, presidente da Comissão de Viticultura dos Vinhos Verdes (CVRVV).

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